Galpão da Santo Hipólito
Rafael Ferreira
Galpão é casa de encilha, É rancho do mate amargo, É lugar do trago largo Na madrugada tordilha,
1 edição · 8 poesias
Rafael Ferreira
Galpão é casa de encilha, É rancho do mate amargo, É lugar do trago largo Na madrugada tordilha,
Osmar Ranzolin
Guilherme mirou o chão, buscando no frio da cela um fiapo de esperança... Sentia o peso da algema
Moisés Silveira de Menezes
I Vem de longe, genuíno! Um tostado frente aberta, olhar de águia em alerta.
Matheus Costa
Estranha o sestro e a cisma que perdeu, sentindo a idade; E, talvez, tenha saudade dos retovos, d'um tirão.
Vinicius Dias
Ah! este “meu” pingo mouro… meu, pela lealdade, da estância -propriedade- pela marca do patrão.
Caine Teixeira Garcia
O meu verso envelheceu Mateando ao canto dos galos, Com a encilha dos cavalos Bem antes do alvorecer...
Mateus Neves da Fontoura
Foi-se o tempo em que as gavetas Solitas guardavam o corpo De um poema natimorto Que sucumbiu … incompleto,
Fábio Vaz Mattos
Juvêncio nasceu terrunho num catre foi partejado. Por mão parteira experiente teve o umbigo cortado. Foi água benta de sanga que crismou seu batizado. A beira de um caponete já nasceu enraizado.