Cacimba
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Junto à cacimba ali à beira do mato Águas de sombras do arvoredo denso, Sinto tua falta, sinto o teu contato Quando tristonho em ti querida penso.
Ao coração procuro e não convenço Dizer-lhe apenas que morreu...Um fato. E no silêncio do arvoredo denso Chora a cacimba ali à beira do mato.
O velho rancho - uma flor silvestre - Sem o calor que um dia tu lhe deste E onde a saudade veio pra ficar,
É no momento em que a alegria finda Uma tapera que te espera ainda Sabendo amor, que nunca vais voltar.