Canção do Exílio
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Minha terra sem palmeiras muitos palmos, muitos palmos de terras enconflitadas sabiás sabicantantes migraram pra não sei donde retinem sons de gorjeios de violas desencordoadas retumbam sons desencantos na boca dos miseráveis.
Nem céu com estrelas mil nem várzeas floriflorindo verdes sem vidas amores mudam o andando e o andar... sem palmeiras nem pomares a fome ronda o irmão o irmão ronda o irmão.
"Não permita Deus que eu morra" sem palmeiras bendeirando sabiás trinicantando palmeiras mares pomares ver verdes varzifloridas sem penhores, sim senhores sem palmares sem palmares.