Na Querencia da Emoção
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Eu tenho Molduras nos olhos para enquadrar as distâncias das andanças nas coxilhas.
Eu tenho A templa caudilha e a velha gesta altaneira repinicando nas veias.
Eu tenho A fibra guerreira e a nostálgica tristeza das mulheres pampeanas.
Eu tenho O cheiro da terra aquerenciado na alma e uma vertente de versos guardados no pensamento.
Se a palavra me faltar pra expressar tais sentimentos, hei de buscar por alento a inspiração das ausências contidas no meu cantar!
Vou dar rédeas às minhas ânsias!
E pra exaltar a querência vou reascender a esperança que nasce junto dos sonhos, quando a saudade avoenga desencilha as rimas soltas -dessa ternura louca entropilhadas no olhar!