Espera
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Perdi a conta quantas vezes triste Fui à porteira olhar com ansiedade, Pra esse caminho por onde partiste Deixando ao vento a poeira da saudade.
Tu prometeste amor que não existe. Acreditei, na minha ingenuidade... Perdi a conta quantas vezes triste Fui à porteira olhar com ansiedade.
E numa tarde quase que desmancho Nessa incerteza o nosso velho rancho Indo-me embora em busca de outro chão...
Quando se volta e já ninguém espera, Tem-se a impressão voltar pra uma tapera Soprar as cinzas da desilusão.