No Dia Seguinte
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Quando as rastras sobrarem das cinturas E os bicharás sumirem dos invernos, Quando morre o verde das planuras E quando a noite e o frio forem eternos.
Quando a vaidade perder sua razão E a ambição não mais tiver motivo, Quando sobrar vazio a escuridão E nenhum rastro de nenhum ser vivo.
Talvez em seu abrigo anti-atômico -Imaginando até parece cômico, A dura realidade dessa cena.
Na nudez do silêncio infinito Alguém gritar, e o eco de seu grito, Ressoar nos escombros; Mas que pena!