Noite adentro
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Sangra a coxilha na aba do poente... Esvai-se a tarde!! Há um cheiro de capim vindo do campo E um rumor de água da vertente.
Mateio!!
Gole a gole... o amargo vai descendo, Mas que será que há em mim... Eu não compreendo Essa inquietude formigando o corpo?!
Escurece!
Devagarito como um sorro manso, Encilho o baio farejando o longe
Depois...um nó de briga No meu lenço novo; ...Uma alisada na melena ruiva...
Monto!
E o rumo? - È o mesmo... Sempre o mesmo... A mesma trilha que bandeia o mato Dando no rancho duma china alheia!!