Rincão da Pedra Moura
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Morada flor de tão buena em riba de um cerro chato e ali na costa do mato ergueu-se casa e galpão churrasqueira e fogão cinzeiro de lenha boa que nas tardes de garoa sirandeia o chimarrão
Mato nativo e açude relíquias da natureza amigo tenha certeza que este lugar é abençoado pelos donos, preservado, com muito amor e bom senso teu gesto é brilhante, eu penso, e me sinto gratificado.
Estes, amam a natureza, e cuidam do meio ambiente falo co casal Sifuentes de grande hospitalidade e mostram sinceridade digo isto com certeza e admito esta beleza e me orgulho desta amizade.
Potreiro e pasto à vontade matizado de bibi e o petiço Mitay faz tempo que não vê arreio só cocheira e pastoreio nem lida, nem campereada a anca são duas canhadas com fio de lombo no meio.
E quando o sol mete a cara frestiando os galhos do angico sabiás, pardais, tico-ticos abrem o peito a cantar pois é hora de amarguear com aquela erva tão buena e o som desta cantilena acorda todo o lugar.
Resquícios de Mata Atlântica que o homem devastou e nem ao menos pensou numa geração vindoura só no lucro da lavoura somente pensando em si. Mas, graças a Deus, conheci, o Rincão da Pedra Mora.