Rodeio
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O grande rodeio Coringa se ouvia na Farroupilha junto com minha família escutava emocionada grande desfile de artistas poetas e repentistas na minha infância passada.
Saudoso Darci Fagundes junto com o Luiz Menezes eu escutei muitas vezes minha emoção galopava nas asas da fantasia em meio a tanta alegria o Gato Preto cantava.
Eu sentadinha no cão te aplaudia, te aplaudia, só eu sei como queria um dia te conhecer te chamar de meu amigo quem sabe cantar contigo dividindo este prazer.
O Darci anunciava “Mi maior de Gavetão” aumentava a emoção e os versos não tinham enleio Luiz Muller, o “Gato Preto” e o Portela Delavi tantos sonhos eu vivi escutando este rodeio.
Meu querido Gato Preto, que alegrou minha infância a minha alma de criança que no rodeio sonhava repontando a esperança nos versos que tu cantava.
Tudo no mundo tem fim e o Rodeio saiu do AR, como pode terminar um programa deste quilate e quando a saudade bate eu ouço alguém a cantar lá no rodeio celeste o Darci a declamar.
E no rodeio da vida o Gato segue cantando do passado recordando rima seus versos ao léo. Para os amigos de outrora ao Muller que foi embora cantar com os anjos no céu.
Ouvindo o Luiz Menezes tocando seu violão na voz toda emoção a minha saudade avança lembro tempos de criança no rodeio da ilusão.
O tempo foi se passando eu pintei este retrato Delavi, Müler e o Gato cantando com imponência e eu na minha inocência guardei na minha retina os sonhos desta menina embalados na querência.
Fico abraçando a lembrança das alegrias que eu vivi o Menezes e o Darci cantando com emoção rodeio, rodeio da ilusão escutando este rodeio nasceu minha inspiração.