Cacimba
Jadir Oliveira
Vertente doce da serra Que habita o ventre da mata Como uma artéria de prata Jorrando o sangue da terra
9 poesias
Jadir Oliveira
Vertente doce da serra Que habita o ventre da mata Como uma artéria de prata Jorrando o sangue da terra
Adão Quevedo e Jadir Oliveira
Semeei sonhos e quimeras pelas terras onde andei... Das sementes que plantei colhi trigo, fiz o pão, arei bem, meu coração... Guardei meus versos singelos e o que restou de mais belo no celeiro da ilusão... Foram safras de emoções, de guitarra e poesia, pra encher a vida vazia e espantar a solidão.
Jadir Oliveira
O campo que vive em mim é o mesmo dos meus avós, que por mais que a vida passe e a gente se vá embora ele permanece vivo pra sempre dentro de nós...
I Esteio da Poesia GaúchaJadir Oliveira
Olhando o rancho tapera com o semblante já puído O telhado esburacado e o oitão quase caído. Fiquei parado em silêncio ao lembrar porque eu vim Pra ver de perto as histórias que o vovô contou pra mim.
Poemas Para a Infância - 10º Celeiro da PoesiaJadir Oliveira e Adão Pedro Bernardes
O silêncio tem efeitos De reflexão e calma Entendê-lo é percorrer Os labirintos da alma.
VI Esteio da Poesia GaúchaJadir Oliveira
Abro minh'alma cativa que amanheceu orvalhada, querendo ser libertada por esta musa nativa,
Jadir Oliveira e Vianei Oliveira
Depois que vim lá de fora nunca mais contei estrelas Com tanta luz na cidade, mal e mal consigo vê-las. Depois que vim lá de fora muita coisa em mim mudou Talvez não seja a metade de tudo aquilo que sou.
I Garimpo da Poesia Gaú cha (Virtual) - S. J osé do OuroJadir Oliveira
Mais uma noite campeira, Chega encostando os gravetos No velho fogo crioulo Que acendi no meu galpão.
Jadir Oliveira
I VI Desde que a vida pulsara O taura nasce igual no ventre xucro da terra ao maula recém nascido existe uma eterna guerra mas o rumo é dividido