Alma em Verso
Poesia

Na Paz das Andorinhas

Salvador Ferrando Lamberty

Publicado em

As andorinhas passam leves e silentes e os sabiás trinam cantares de fartura... Eu sinto a paz universal, naquelas asas, nesses momentos de vivência e de ternura.

Estes meus olhos vicejantes também voam, iguais às aves que levitam pelos ares... Como andorinhas e sabiás, que voam livres, e trazem vida em cada um dos seus cantares.

Fico tentando aprender tantas lições, que vêm do campo, vêm da mata e vêm do açude... Para buscar essas veredas que me levam a partilhar as emoções da juventude.

Esses meus sonhos migram quais as andorinhas, mas sempre voltam a buscar o amanhecer, quando despertam nessa paz da natureza, vem a certeza que há muito o que aprender.