Alma em Verso
Poeta

Cândido Brasil

17 poesias

Poesias

  • 05 – Telúrico - Cândido Brasil

    Cândido Brasil

    O pó do barro da terra é a origem de onde vim, sou matéria que encerra princípio, meio e fim,

    15º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 1 Andarengo

    Cândido Brasil

    I Foi o ponto de partida: O rincão. Da epiderme verdejante das campinas e o colorado do pó das estradas de clhão,

    II Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • A Morte de um Peleador

    Cândido Brasil

    Tempo atrás peleou lindo, honrando a pátria gaúcha. Sua memória hoje puxa os entrechoques já findos,

  • Angüera – Cândido Brasil

    Cândido Brasil

    Era a “Terra de Ninguém” o pago largo nos vales, a terra era sem males e era de todos também,

    IV Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • Campo Aberto – Cândido Brasil

    Cândido Brasil

    Campo aberto, sobejo... onde o pago suspira, o vento toca sua lira com um campeiro arpejo e o senhor tempo, andejo, ao tranquito se embala, com seus passos de bengala, entre um e outro bocejo...

    I Festival Virtual Albeni do Carmo
  • Crioulo

    Cândido Brasil

    Nasci crioulo nessa plaga campechana, que se esparrama pelas várzeas e coxilhas; Guasca terrunho com a alma aragana, raça pampeana da estirpe farroupilha.

  • Fraiburgo Obra Divina

    Cândido Brasil

    O sul rural nativista é uma obra idealista do Deus supremo artista, arquiteto e dramaturgo, cuja inspiração divina iluminou a retina e na Santa Catarina criou a bela Fraiburgo.

  • Gaúcho – Cândido Brasil

    Cândido Brasil

    Bem ao sul do sul do mundo, na gênese da criação, à luz da evolução, eu estava aqui no fundo

    II Festival Unidos pela Tradição (Virtual) - Tapejara
  • Meu Canto Pajadoril

    Cândido Brasil

    Surge dos quatro elementos neste garrão do Brasil, dos altos do céu de anil numa tormenta de vento,

  • Meu Herói

    Cândido Brasil

    Meu herói não usa capa, meu herói usa um lenço, topetudo e suspenso que no pescoço empapa,

  • Meus Pingos de Lei – Cândido Brasil

    Cândido Brasil

    Gaúcho flor de campeiro, assim nasci e me criei, tendo meus pingos de lei na forma, o tempo inteiro,

    Poemas Para a Infância - 10º Celeiro da Poesia
  • Nativo

    Cândido Brasil

    Nasci do ventre pampeano da mãe terra missioneira, carregando a bandeira do solo republicano;

  • O Sal dos Olhos – Candido Brasil

    Cândido Brasil

    Um vento matreiro assovia nas frestas, fazendo serestas no galpão campeiro e um trasfogueiro de calor intenso exala incenso da flor do braseiro.

    I Querência da Poesia Xucra - Virtual
  • ROMANCE DO FORASTEIRO

    Cândido Brasil

    Ao trote foi se chegando em riba dum mouro velho, Pelego de lã vermelho e as esporas tilintando... O pingo vinha no embalo de estampa aperada, Casco e crina aparada, cola atada a canta-galo...

  • Simbolismo da Pátria

    Cândido Brasil

    Clareia o dia e um galo canta austero, um quero-quero alça vôo em saudação e o gaúcho que saltou com a boeira, se encontra à beira do velho fogo-de-chão.

  • Verso Negro

    Cândido Brasil

    Meu verso negro e guerreiro ecoa nas plagas pampeanas, com raízes africanas vindas em navio negreiro. Traz consigo a humildade dos carentes de afetos, nos idiomas e dialetos do berço da humanidade. Meu verso negro de paz e esperança nas falas, tem o cheiro das senzalas e o axé dos orixás. Tem a fé das religiões com macumba e umbanda, pretos velhos e quimbanda pelas Casas de Nações.