De potros e gineteadas
Adriano Medeiros e Cristiano Medeiros
Não sei de onde vem a sina De sair campeando corcovo, Nasceu talvez lá pela Ibéria... Nas mãos ginetas de um Mouro.
2 poesias
Adriano Medeiros e Cristiano Medeiros
Não sei de onde vem a sina De sair campeando corcovo, Nasceu talvez lá pela Ibéria... Nas mãos ginetas de um Mouro.
Cristiano Medeiros e Adriano Medeiros
Temblaban las paredes de la vieja tapera, En una noche de invierno, casi al oscurecer, Como arriando su dolor, era grande la tropa, Negros nubarrones, hacían estremecer.