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Eron Vaz Mattos
O progresso e o tempo novo Mataram os rebanhos, As comparsas de esquila a martelo... O brete, o rodeio e as marcações
9 poesias
Eron Vaz Mattos
O progresso e o tempo novo Mataram os rebanhos, As comparsas de esquila a martelo... O brete, o rodeio e as marcações
Eron Vaz Mattos
Sempre aparece de manso num cotovelo de esquina de uma avenida, no centro; Além da estampa e o andar,
Eron Vaz Mattos
A manhã respira fundo o aroma dos banhados; boceja a brisa que passa nos arvoredos calados
Eron Vaz Mattos
Um cadeado na porteira Onde um casal de forneros Fez a casa na retranca Co’a porta pra’o corredor.
Eron Vaz Mattos
A cambona molhou o lombo da pedra com água do barril que veio da cacimba. Adelgaçaram-se os machados para interromperem a seiva dos vimes
Eron Vaz Mattos
A noite vem rascunhando Algum esboço de lua Na tela escura do céu; Ouço o canto dos banhados
Eron Vaz Mattos
sorvi mel de lechiguanas... Junto aos sotaques dos ventos soltei o doce das rimas
Eron Vaz Mattos
Nem sei se lembro direito, o jeito que era meu pago! A distância planta ausências pelas estradas compridas,
Eron Vaz Mattos
Que noite braba lá fora ... Releio versos antigos, delatores de outros tempos, nos quais a alma bordava