2. A Cruz de um Pobre Rural –
Rodrigo Bueno
Quantas vezes solitário, ao derredor de um fogão Quentura pra o coração, nas longas horas de espera Vivendo em rancho ou tapera, no ocaso da existência O posto virou querência, sem devaneio ou quimera.
I Estância da Poesia Crioula - Virtual