A Cela
Luís Lopes de Souza
Aqui o tempo não urge a consciência me sepulta no mofo da solidão, como a larva do repúdio ruminando a realidade
46 poesias
Luís Lopes de Souza
Aqui o tempo não urge a consciência me sepulta no mofo da solidão, como a larva do repúdio ruminando a realidade
Luís Lopes de Souza
Desconforme e lerdarrona... longeva genialidade tracionando a história grega nos longes da antiguidade...
Luís Lopes de Souza
O tempo carrasco me condena... Mas os fogos do delírio não me cingem e os fantasmas do adeus não me assombram...
Luís Lopes de Souza
È um mistério legendário, O atavismo silente Do chimarrão solitário.
Luís Lopes de Souza
Na pampa de alma selvagem Urgia clarins tronando, Era a pátria dos caudilhos Outra vez se abarbarando.
Luís Lopes de Souza
Gaúcho...! Um baita Gaúcho!! Patrício miscigenado que na inquietude do tempo reza glórias e ressábios.
14ª Sesmaria da Poesia GaúchaLuís Lopes de Souza
Hoje a inquietude me perturba numa ressaca de incertezas e medo... - São meus ranços de casmurro certamente!
10º Bivaque da Poesia GaúchaLuís Lopes de Souza
Gaúchos, da pampa brava, urgiam em discordância barbarizando a querência...
Luís Lopes de Souza
Como um mísero desprovido e coitado, só te ofereço um gesto acanhado e rude, este poema também pobre e tresloucado que ao teu sorriso alcançará plenitude...
Luís Lopes de Souza
“Como uma clave de vento entre rudes cantilenas, é o assovio do adejo fazendo acordes, das penas...”
Luís Lopes de Souza
A nitidez dessa geada prateando minha melena, reflete o quadro das eras inspirando em minhas penas.
Luís Lopes de Souza
Luzeiros de mil candeeiros se apagaram nos olhos como um legado proscrito, no estro da cantilena
Luís Lopes de Souza
Deixem falar o tropeiro pela memória do tempo... Pois o rol de sua memória é um lenitivo de glórias
19ª Sesmaria da Poesia GaúchaLuís Lopes de Souza
Proposta não era ofensa pechinchar não era feio somavam as diferenças e repartiam ao meio.
Luís Lopes de Souza e Alcindo Neckel
Mãos pintoras de aquarelas transcedentes de outros tempos eternizaram momentos no matiz de cada tela...
V Tertúlia da Poesia - Santa MariaLuís Lopes de Souza
Não... não será preciso uma estátua de quem foi um monumento sem pretensões simplesmente... Sua memória é um ementário
17ª Sesmaria da Poesia GaúchaLuís Lopes de Souza
Já faz tempo, muito tempo... Visto com certo malgrado enterrei velhos ressábios nos longes deste lugar,
Luís Lopes de Souza
Todo o pago conhecia, a louca, chamavam... mas seu nome, qual será?
Luís Lopes de Souza
Rude... mas para aqueles olhos, eu saberei cantar... meus dedos de sovar tentos arrancarão acordes
Luís Lopes de Souza
Restou a imagem tosca Ruindo vã e fugaz, A quem fareja em concreto O cheiro escasso da paz ...
Luís Lopes de Souza
Eduardo Mendes - Serrote Sem dor, lamento ou porque... morreu por chegar a hora...
Luís Lopes de Souza
As musas, chegam silentes... No adeus vago e remoto brilham auras derradeiras de santas de um só devoto...
14º Bivaque da Poesia GaúchaLuís Lopes de Souza
“...Deus deixou, segundo sua vontade as coisas fracas para confundir as fortes e as coisas loucas para confundir as sábias...”
Luís Lopes de Souza
Um sol solene e longínquo se fez lume da ribalta no palco do barbarismo...