Alma em Verso
Acervo

Poesias de Paulo Ricardo Costa

22 poesias

  • A Dom Inácio

    Paulo Ricardo Costa

    Dom Inácio foi campeiro, Foi tropeiro e changueador, Foi guerreiro e peleador... Foi posteiro e capataz,

  • A Lágrima

    Paulo Ricardo Costa

    É a dor que vem da alma, Em gotas de água e sal... Que escorre pelo fio das pupilas, E se derrama como um rio,

  • A Vida Não Me Ensinou

    Paulo Ricardo Costa

    A vida não me ensinou que a hipocrisia destrói... Que o ódio é um amor que não se constrói, E o sentimento são dores que habitam a alma; A vida não me ensinou que um amigo não se busca,

  • As Mâes , da Guerra

    Paulo Ricardo Costa

    Caía um breu de outono, Sobre o manto da garoa... E um piazito andava atoa, Mais uma noite sem sono,

  • As Mãos do Meu Avô

    Paulo Ricardo Costa

    As mãos do meu avô eram grandes, Com dedos em formas de garras... Enrijecidas na parte adunca dos calos, Desenhavam os mapas da vida...

    19ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • De Dor e Sentimento

    Paulo Ricardo Costa

    De onde vem o sentimento? De onde vem esta saudade? De onde vem esta vontade... Dando rédeas ao pensamento?

  • Entre o Abajur e o Espelho

    Paulo Ricardo Costa

    Balbucia um vento norte, Embebido de nostalgia... Anunciando a noite morta, Velada em paredes frias,

    I Festival Unidos pela Tradição (Virtual) - Tapejara
  • Epígrafos de Vida e Tempo

    Paulo Ricardo Costa

    Coloquei reticências nas frases da vida, Por saber que a vida não tem ponto final, E refiz as metáforas de palavras seguidas, Seguindo o caminho do meu próprio ideal.

    23ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Eu Vi Um Dia

    Paulo Ricardo Costa

    Eu vi um dia... Antes da cancela do tempo se fechar pra mim... O passo lento dos bois seguir tranqueando no corredor vazio, Buscando o rumo até findar-se nas barrancas d’algum rio... Onde homens sesteavam as sombras mansas dos confins;

  • Flor de Querência

    Paulo Ricardo Costa

    Era a prenda mais linda... Que um par de olhos queria ver! As noites mornas do rincão,

  • Maria Pequena!

    Paulo Ricardo Costa

    Maria tinha seus receios... Essas incertezas da vida, São coisas de preconceito, Que sangram velhas feridas,

    2º Carijo em Prosa e Verso – 38º Carijo da Canção Gaúcha
  • No Tempo das Carretas

    Paulo Ricardo Costa

    No tempo das carretas até o tempo era diferente... As casas, já pareciam terem nascidas velhas, Com moças debruçadas nas soleiras das janelas, Invejavam os jasmineiros, entre Rosas e Camélias;

  • O Canto das Lavadeiras

    Paulo Ricardo Costa

    “Eu era muito menina... mas ainda lembro daquele triste cantar!” Caia a tarde mormacenta

  • O Que a História Não Contou

    Paulo Ricardo Costa

    Busquei nas folhas do tempo. O que a história não me contou... O que a vida sempre me negou, Feitos que hoje eu lamento,

  • Pelos Sonidos do Meu Filho

    Anderson Fonseca e Paulo Ricardo Costa

    Foram bem vividos... Olhando para trás Deste além-mundo onde me encontro Não posso negar que foram bem vividos,

    II Sinos do Verso Gaúcho
  • Poema Sangrado!

    Paulo Ricardo Costa

    Perdoa, meu poema... se eles não gostam de ti! Perdoa-me, os anos que que sacrifiquei,

    1º Versos e Cantigas da Juventude Gaúcha – Farroupilha
  • Prá Menina do Retrato

    Paulo Ricardo Costa

    Quando o poncho da saudade, Reveste os sonhos antigos... Uma lembrança pede abrigo, Nas portas de um coração,

  • Quando a Vida Cobra Seu Preço

    Paulo Ricardo Costa

    Quando a vida perde o valor, Até a alma se pára ausente... E traz pra memória da gente, Tantos ritos de crueldade,

  • Quando Me Apartei da Querência

    Paulo Ricardo Costa

    Um dia, eu peguei a estrada, Sem saber para onde ia... Pois o mundo que eu queria, Não tinha rumo, nem parada,

  • Rincão da Saudade

    Paulo Ricardo Costa

    A chuva beija a vidraça, na insanidade dos tempos! E as lembranças rompem o silêncio, gritando dentro de mim.

  • Romance de Lua Grande

    Paulo Ricardo Costa

    A noite traz seus encantos... Vestida em ponchos de luz, E a um par de olhos, seduz... Tisnado a prata de um manto...

    18ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Romance de Primavera

    Paulo Ricardo Costa

    A primavera chegou... Chegou florindo a copa dos Ipês solitários... Tapeteando a grama verde da coxilha adormecida, Que se arrasta sob ponchos de Maria-mole, em flor;