Alma em Verso
Acervo

Poesias de Moisés Silveira de Menezes

49 poesias

  • A Faca

    Moisés Silveira de Menezes

    A faca, lâmina, cabo ferro e pau-ferro fundidos a faca parte, reparte corta, perfura, ponteia

  • A Faca de Adão Latorre

    Moisés Silveira de Menezes

    A faca, lâmina, cabo ferro e pau-ferro fundidos a faca parte, reparte corta, perfura, ponteia

  • A Moça dos Olhos Verdes

    Moisés Silveira de Menezes

    Uma tordilha ligeira Dos contos de Andaluzia Levita por sobre pastos Num galopito estirado.

    Concurso de Poesias Gauchescas – 32º Rodeio de Vacaria
  • Além das Bandeiras e Brasões

    Moisés Silveira de Menezes

    I Humanidade, humanismo Expressões profundas, fortes

    VIII Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula
  • As Noites do Guassupi

    Moisés Silveira de Menezes

    Com seu cortejo de sombras a noite surpreende a tarde, o aroma das primaveras maçanilhas e alfazemas

  • AS SETE FACES DO POEMA

    Moisés Silveira de Menezes

    A face nua primeira da pampa longe do gado, distante de seus cavalos antes das lanças e espadas.

    14ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Canção do Exílio

    Moisés Silveira de Menezes

    Minha terra sem palmeiras muitos palmos, muitos palmos de terras enconflitadas sabiás sabicantantes

  • Canto a Um Irmão de Ideário

    Moisés Silveira de Menezes

    Meu Irmão de Rimas livres permisso pede o cantor para opinando saudar terra dos ancestrais

  • Carta Aberta Ao Guri Que Fui

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando vim de lá, trouxe quase tudo, tudo que cabia na velha mala sebruna e nos anseios de horizontes largos. Ficou um potro cabos negros

    2ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Décima Andeja

    Moisés Silveira de Menezes

    Sete centelhas sonoras, medida velha de lei, forjou respeitada grei na florescência de outrora,

    VII Esteio da Poesia Gaúcha
  • Décima Inconclusa aos Recuerdos

    Moisés Silveira de Menezes

    Confrades de rimas rudes, Tupã foi berço divino pra quem aprendeu a cantar com claves de vento e rio

    5ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Fragmentos Memoriais de um Anônimo

    Moisés Silveira de Menezes

    Não, não me pintem por favor, pilchado, bem montado em flor de flete; pelas bailantas, fandangueando alpedo, arrastando a asa pra morochas lindas.

  • Fraiburgo Revisitada

    Moisés Silveira de Menezes

    I Kaingang no campo aberto, Xokleng nas araucárias. Ao olvido das plegárias,

    VII Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • Imagens Noturnas

    Moisés Silveira de Menezes

    A INVERNIA EXTEMPORÂNEA PLASMOU A NOITE DE OUTUBRO DE UM NEGROR SOMBRIU, GELADO, QUE FAZ LEMBRAR OS AGOSTOS DE ACINZENTADAS LEMBRANÇAS QUE BAILARINAM NA MENTE DE QUEM,

  • Legado de Estrada e Tropa

    Moisés Silveira de Menezes

    I Entonado num Tordilho Da cruza moura-andaluz Nena Franco vem ao tranco

    II Florada de Versos (Virtual) - Blumenau - SC
  • Libelo ao Homem e ao Cavalo

    Moisés Silveira de Menezes

    I Vem de longe, genuíno! Um tostado frente aberta, olhar de águia em alerta.

    2º Parador da Poesia Crioula – Bagé
  • Muito Além do Bojador

    Moisés Silveira de Menezes

    Rosário de nove contas, Nove pérolas-colar, Nove naus a navegar, Desde o mar de Portugal.

    V Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • No Princípio - Espada e Verbo

    Moisés Silveira de Menezes

    Um manto de sete séculos um clamor que não se cala sonhos, visões de justiça nos porões da tirania.

    V Tertúlia Maçônica da Poesia Crioula
  • Nuances de Silêncio

    Moisés Silveira de Menezes

    Mal despertara a manhã, - Ao tranco do colorado -. Guitarra atada nos tentos, O mestre agarrou a estrada

    IV Tertúlia da Poesia - Santa Maria