Alma em Verso
Acervo

Poesias de Sebastião Teixeira Corrêa

69 poesias

  • Noite de Agosto

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Caiu a noite mais braba D’uma invernia de agosto, Onde a neblina trançada Batia de encontro ao rosto

  • Noites de Ausência

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Noites de inverno, quando a geada fria, E alvo véu a recobrir a pampa, Enquanto, ao gancho, uma chaleira chia, Golpeio as mágoas, no cantil de guampa.

  • O Braço Forte do Avô

    Sebastião Teixeira Corrêa e João Antônio Marin Hoffmann

    A mão cansada do velho A muito custo segura O frágil braço do neto, Na iminência do abismo

    Querência da Poesia Xucra Virtual – 27 Anos
  • O Choro do Campo

    Sebastião Teixeira Corrêa

    (Aos homens do campo que hoje enfrentam, sem amparo, a covardia dos criminosos, criando gravíssimo problema econômico e social.)

    Concurso de Poesias Gauchescas – 32º Rodeio de Vacaria
  • O CICLO DA VIDA

    Sebastião Teixeira Corrêa

    -Não sei se a vida começa num sonho que se eterniza Ou se o viver é uma brisa que passa muito depressa- As vezes eu imagino que o tempo é uma roda grande

  • Paisagens do Tempo

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Olhei o tempo, pelo vidro embaçado das retinas, onde uma nuvem mansa de neblina, aquerenciou-se, sem pressa de ir embora...

    7ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Porque Razões Nascem os Versos

    Sebastião Teixeira Corrêa

    As rimas xucras dos versos, se retesam na garganta Quando canta um pajador; E o poema toma forma, quando

    9ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Pra os que Dão Vida a Poesia

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Das gargantas eloqüentes, como o nascer de um teorema, Vai emergindo o poema que o poeta rabiscou, E as mãos... ( a vida no estro...), à modelar, qual maestro, O concerto que brotou...

    19ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Pra Quem Tem Alma de Campo

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Nasci no campo, como nascem tantos outros, Ouvindo os potros em relinchos, de retoço, Os sons da vida nas vozes da natureza E a correnteza do arroio, antes do poço

    23ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Prá Quem Tem Pátria na Alma

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Escorropicho esse mate até o ultimo gole Porém a sede do copo Não é maior que a secura Que trago dentro da alma

  • Quando os Versos Ganham Asas

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Por onde andarão os versos Que escrevi nas madrugadas, Quando a aurora da vida Chegava batento cascos

    V Querência da Poesia Xucra
  • QUANDO OS VERSOS NASCEM LIVRES

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Senhores, peço licença; Pedir licença é preciso... Espero, eu seja conciso, Ao fazer este relato,

  • QUANDO RUMINO MEUS SONHOS

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Neste universo de sonhos, em que mergulho meus dias, Há um mar azul de esperanças e anseios de ser feliz, Um barco tocado a velas, flutua ao soprar do vento, Sem nunca encontrar a costa:

  • Que Benditos Sejam os Versos!

    Sebastião Teixeira Corrêa

    - Deus abençoe os poetas Que transformam sentimentos Em palavras de ternura, pros veios do coracão! Deus abençoe os poetas

    10ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Quero-Quero

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Emplumado sentinela Que ronda a noite da\ pampa Retratas em tua estampa De monarca das coxilhas

  • Rancho de Sonhos

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Rancho,tapera de sonho Sonhado em tempo de moço, Com jardim, quintal, varanda, Cinamomo, água de poço.

  • Rastros de Saudade

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Rastreei saudades perdidas, no interior de mim mesmo, Lembranças já esquecidas que adormeceram a esmo; Andei nas trilhas da ausência, que a muito já não andava, E encontrei minha querência, que há tempo não encontrava.

  • Razões de Partir

    Sebastião Teixeira Corrêa

    É ainda de madrugada, E pelas frinchas do rancho Vejo um clarão que se espalha Pelos caibros do galpão

  • Reculuta de Versos

    Sebastião Teixeira Corrêa e João Antônio Marin Hoffmann

    Matear ao pé do fogo divaga nossos pensares, E nestas horas que a gente dá asas pro pensamento... O meu, engarupou-se no vento,

    II Querência da Poesia Xucra