Alma em Verso
Acervo

Poesias de Carlos Omar Villela Gomes

69 poesias

  • 06 - A Janela do Nada - Carlos Omar Villela Gomes e Bianca Bergmam

    Carlos Omar Villela Gomes e Bianca Bergmam

    A janela do nada não mostrava nada, Numa falta de tristeza e alegria sem igual. Debruçado sobre o tempo, transparência emoldurada... De um nada sobre o outro, fui erguendo o meu quintal.

    15º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 1. A Última Dança

    Carlos Omar Villela Gomes

    Chegou num tranco seguro De dono, líder, patrão... Fazendo contrapartida Ao tranco do coração.

    10º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 4. Os Primeiros Ventos

    Bianca Bergmam e Carlos Omar Villela Gomes

    Os primeiro ventos sopraram sobre a Terra imóvel... Dando movimento para as sangas rasas, Onde os anjos puros se banhavam nus.

    I Sinos do Verso Gaúcho
  • A CAIXA DOS SONHOS DESFEITOS

    Bianca Bergmann e Carlos Omar Villela Gomes

    Quando eu abri os meus olhos E enfim notei esse mundo, Tinha ânsias de saber, De onde vinham os ventos?!

  • A Cidade dos Homens Livres

    Carlos Omar Villela Gomes

    Um povoado se fez Com seus esteios de fé... Erguido com altivez, Veio mostrar o que é.

  • A Culpa é Tua

    Carlos Omar Villela Gomes

    Se não estás aqui não tenho culpa, Mas se eu estou aqui, a culpa é tua! Não soube dos teus trancos e teus sonhos, Nem lembro dos teus passos pelas ruas.

  • A Culpa é Tua!

    Carlos Omar Villela Gomes

    Se não estás aqui não tenho culpa, Mas se eu estou aqui, a culpa é tua! Não soube dos teus trancos e teus sonhos, Nem lembro dos teus passos pelas ruas.

  • A Espada

    Carlos Omar Villela Gomes

    A espada é feito uma pena que escreve com cor de sangue... O instinto e a loucura refletindo no metal; Os motivos e a bravura

  • A Minha alma se afogou no rio

    Carlos Omar Villela Gomes

    A minha alma se afogou no rio... Peço desculpas se não convidei Os amigos pra o funeral, Mas foi tudo muito rápido, brutal,

  • A Moça dos Olhos Brancos

    Carlos Omar Villela Gomes

    Não sei se vem de longe este desejo que me faz navegar tantos mates... Um beijo doce transborda no manto azul dos meus sonhos,

  • A SANGA BEIJOU MEUS PÉS

    Carlos Omar Villela Gomes

    A sanga beijou meus pés nessa tarde... Não pedi, foi algo natural, de improviso. Ela simplesmente chegou, Beijou meus pés e continuou a correr.

  • A Toca do Tatu

    Carlos Omar Villela Gomes

    A toca do tatu é esconderijo Onde o bichinho se resguarda e se protege; Onde tão frágil, se preserva dos perigos... É a natureza, que tão sábia, sempre rege.

  • Alma Antiga

    Carlos Omar Villela Gomes

    A eternidade é lagoa Por onde o tempo navega... O tempo, que abençoa Gerações e gerações.

  • Batará - Carlos Omar Villela Gomes

    Carlos Omar Villela Gomes

    Batará, galo entonado, não floxas nem no lançante, Porque nasceste cercado por uma cepa maior; Batará, plumagem buena, um taura que se garante, Mas ninguém vê em teu semblante o que tens em sangue e suor.

    VIII Esteio da Poesia Gaúcha
  • Cabriúva

    Carlos Omar Villela Gomes

    O vento vil não me verga Nem quebra a fibra da estampa Que o lombo forte do pampa Um dia viu florescer;

  • Cerração

    Carlos Omar Villela Gomes

    Cerração, não me assusta o teu cenho, Quando cerras, negando o futuro; Quando cegas os sonhos que tenho Meu cavalo é um morcego no escuro.

  • costeando o mundo

    Carlos Omar Villela Gomes

    Não se debruçam meus sonhos Em parapeitos rachados... Nem nas janelas gradeadas Que teimar em se fechar.

  • CRUCIFICADO

    Carlos Omar Villela Gomes

    Meus sonhos, ideais, a minha força; Ungi com água benta minhas esporas Já cansadas de garrões e de puaços.

  • De Alma Inteira

    Carlos Omar Villela Gomes

    Retoçou o peito feito potro arisco renegando freio... Já mirei na volta, procurando as portas pra saltar bem longe dessa solidão.

  • De Costas

    Carlos Omar Villela Gomes

    De costas, fora de pulha, é assim que vejo o mundo... É assim que vejo os dias que passam ao meu redor, Contemplo o chão, deixo as casas, reviro a alma nas brasas E bato meu par de asas pra revoar da razão.

  • DESAMOR

    Carlos Omar Villela Gomes

    Gota a gota, afogou o que era belo E eu finei na torre alta de um castelo Que, sem base, foi criado pra afundar.

  • Do que Falam os Sonhos

    Carlos Omar Villela Gomes

    Suspira a folha amarela De um caderno envelhecido, Como buscando respostas Que ninguém mais encontrou;