Alma em Verso
Acervo

Poesias de Luís Lopes de Souza

42 poesias

  • 6 . O corvo

    Luís Lopes de Souza

    Asas negras preenchiam o esboço vazio da tarde... Misterioso e repudiado

    9º Bivaque da Poesia Gáucha
  • A Cela

    Luís Lopes de Souza

    Aqui o tempo não urge a consciência me sepulta no mofo da solidão, como a larva do repúdio ruminando a realidade

  • A Roda da História Roda

    Luís Lopes de Souza

    Desconforme e lerdarrona... longeva genialidade tracionando a história grega nos longes da antiguidade...

  • Argumento Final

    Luís Lopes de Souza

    O tempo carrasco me condena... Mas os fogos do delírio não me cingem e os fantasmas do adeus não me assombram...

  • Balada do mate Só

    Luís Lopes de Souza

    È um mistério legendário, O atavismo silente Do chimarrão solitário.

  • Barbaries que a Historia Conta

    Luís Lopes de Souza

    Na pampa de alma selvagem Urgia clarins tronando, Era a pátria dos caudilhos Outra vez se abarbarando.

  • CANTIGA PRA UM VINHATEIRO

    Luís Lopes de Souza

    Gaúcho...! Um baita Gaúcho!! Patrício miscigenado que na inquietude do tempo reza glórias e ressábios.

  • CASMURRO

    Luís Lopes de Souza

    Hoje a inquietude me perturba numa ressaca de incertezas e medo... - São meus ranços de casmurro certamente!

    10º Bivaque da Poesia Gáucha
  • Dádiva

    Luís Lopes de Souza

    Como um mísero desprovido e coitado, só te ofereço um gesto acanhado e rude, este poema também pobre e tresloucado que ao teu sorriso alcançará plenitude...

  • Das Coplas de Algum Andejo

    Luís Lopes de Souza

    “Como uma clave de vento entre rudes cantilenas, é o assovio do adejo fazendo acordes, das penas...”

  • Devaneios de um amante só

    Luís Lopes de Souza

    A nitidez dessa geada prateando minha melena, reflete o quadro das eras inspirando em minhas penas.

  • DO CANTO RUDE DOS LOUCOS

    Luís Lopes de Souza

    Luzeiros de mil candeeiros se apagaram nos olhos como um legado proscrito, no estro da cantilena

  • Dos Tropeiros de Mulas

    Luís Lopes de Souza

    Proposta não era ofensa pechinchar não era feio somavam as diferenças e repartiam ao meio.

  • Falta um Quadro na Parede

    Luís Lopes de Souza e Alcindo Neckel

    Mãos pintoras de aquarelas transcedentes de outros tempos eternizaram momentos no matiz de cada tela...

  • LOBISOMEM

    Luís Lopes de Souza

    Já faz tempo, muito tempo... Visto com certo malgrado enterrei velhos ressábios nos longes deste lugar,

  • Maria... a Louca

    Luís Lopes de Souza

    Todo o pago conhecia, a louca, chamavam... mas seu nome, qual será?

  • Meu canto de Benquerença

    Luís Lopes de Souza

    Rude... mas para aqueles olhos, eu saberei cantar... meus dedos de sovar tentos arrancarão acordes

  • Monologo de um Rancho Apenas

    Luís Lopes de Souza

    Restou a imagem tosca Ruindo vã e fugaz, A quem fareja em concreto O cheiro escasso da paz ...

  • O capelão

    Luís Lopes de Souza

    “...Deus deixou, segundo sua vontade as coisas fracas para confundir as fortes e as coisas loucas para confundir as sábias...”

  • O Combate

    Luís Lopes de Souza

    Um sol solene e longínquo se fez lume da ribalta no palco do barbarismo...