Alma em Verso
Acervo

Poesias de Moisés Silveira de Menezes

49 poesias

  • Ode a Senhora do Sobrado

    Moisés Silveira de Menezes

    Bela e amável senhora apareça no terraço deixe que a brisa brejeira bata leve seus cabelos

  • Osório – Marquês de Herval

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando o sol se esparge em raios Sobre a coxilha e plainos Vozes antigas renascem Pelas encostas dos cerros

    8ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Paisagem do Sul

    Moisés Silveira de Menezes

    Baio estrela, cabos negros trote largo, Inácio Rosa recolutando recuerdos pela estrada das missões.

    5º Celeiro da Poesia – Campos Novos – SC
  • Panta do Mato-Panta do Rio

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando o sol da meia tarde clareou os sulcos do rosto do andante que chegava, jeito simples, tranco firme,

    17ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Peregrinas Inquietudes

    Moisés Silveira de Menezes

    De onde vieram!? Pra onde irão!? Donde Vivem!? Isso tudo me inquieta.

  • Poema do Singelo Amor

    Moisés Silveira de Menezes

    Andei buscando metáforas Para compor-te um poema Descartei muitas figuras Na relancina do olhar

  • Por Não Viver no Poema

    Moisés Silveira de Menezes

    Não busquem pelo poeta na teia crua do verso. Fantasmeiros figurantes ressuscitam gastas lendas,

    13ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Raízes Beduínas Para Um Canto Gaúcho

    Moisés Silveira de Menezes

    Livre, surgiu no deserto tripartido por amor à tenda, à lança, ao cavalo. Nômade, migrou no rumo que lhe apontava a inquietude

    7ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Razões de Canto e Viver

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando um acorde celeste se desprende do infinito e vem me falar de manso pela boca escancarada

  • Razonando em La Hora Del Mate

    Moisés Silveira de Menezes

    Cando la pampa se duerme entre zambas y vidalas que viven en los ocultos del alma y de la guitarra,

    8ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Reflexões em Vilanelas

    Moisés Silveira de Menezes

    I Vida, destino, dilema, página em branco ao arbítrio,o tempo com seu grafema.

    IV Festival A Poesia nos Une - Tapejara
  • Relato do Posteiro Só

    Moisés Silveira de Menezes

    Num ermo fundo de campo, no contra ponto forte do cerro, bem onde o rio faz a curva, no pago da minha infância

    4ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Requiem para Juvencio Gutierrez

    Moisés Silveira de Menezes

    Negros “maidanas” surrados sombreando cinco ventenas de tal modo distribuídos como a antever no vislumbre

  • Romance de Campo e Mar

    Moisés Silveira de Menezes

    Quem embarca em barco alheio embarca anseios e medos abarca sonhos nos braços que lançam redes no mar

    4ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Sentinela ao Sul do mundo

    Moisés Silveira de Menezes e Menezes Bastos

    Sem assombros dos Açores para os açoites do sul mudança, mudando a sina. Um punhado de sementes

  • Sete bravos - um destino

    Moisés Silveira de Menezes

    Barba escura chapéu negro O lenço de um rubro forte Sobrepairando na gola Do poncho azul de baeta

    10º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Sextinas de Noite Adentro

    Moisés Silveira de Menezes

    Estendeu-se o olhar pela lonjura, um pouco mais além do horizonte, onde moram a distância e a saudade. Para onde voa sempre o pensamento,

    VI Esteio da Poesia Gaúcha
  • Sextinas de Noite Insone

    Moisés Silveira de Menezes

    Talvez deva ser tristeza, Uma força tão estranha Que põe estrelas na insônia E a alma quase sem rumo,

    VIII Esteio da Poesia Gaúcha
  • Simbologia Gaúcha

    Moisés Silveira de Menezes

    Hino, Bandeira, Brasão a trindade principal Sob o céu da pampa grande Simbolismo imemorial.

  • Um Canto Para Matear Solito

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando o sol vai despacito me quedo mateando quieto no velho ritual campeiro que faz ausentes de afeto

  • Visita pra Boca da Noite...

    Moisés Silveira de Menezes

    Com perfeição recortada junto a linha do horizonte vislumbrava-se da estância silhueta em cor escura