Alma em Verso
Acervo

Poesias

2.725 poesias no acervo

  • Apelo

    José Luiz dos Santos

    0 Tempo, Senhor da Vida, fala e não manda recado; traz um segredo guardado, que tem chegada e saída.

    IV Esteio da Poesia Gaúcha
  • Apelo

    João Batista de Oliveira Gomes

    Numa manhã de domingo Quando no rancho eu mateava, Minha prenda e companheira No mate me acompanhava,

  • Apelo

    Moacir D'Ávila Severo

    Liberdade devia ter A força da expressão, Pra que se usasse no canto O total da inspiração.

  • Apelo as Geracoes

    Dimas Costa

    Sob o sol de um novo mundo, Retovado de progresso, A alma, num retrocesso A um passado sempiterno;

  • Apenas Saudades

    Ieda Brock

    Ah, que saudades que dá na gente Quando se acorda cedito e não se escuta o Galo cantar, o cusco a latir e as vacas a berrar.

  • Apenas Um Pirilampo

    Juarez Machado de Farias

    O Campo nos olhos xucros a demudar em tratores perdeu a tinta das flores e aquele encanto no truco

  • Apenas um Poeta Louco

    Jurema Chaves

    Não me ofereças assim o teu sorriso Pois em mim, não há mais tempo pra sonhar Teu riso ascende em mim tantos anseios Mas a mão do tempo, já me botou o freio

    17ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Apologia de Campo aos Olhos Ternos da Alma

    Henrique Fernandes

    Vou além do que vejo, e muito além do que alcanço. Mas complacente emolduro uma apologia de campo Por onde busco razões de me fazer refletir. Com essa singularidade, enfreno em boa lua

    II Sinos do Verso Gaúcho
  • ÀProcura de Um Cambicho

    João Batista de Oliveira Gomes

    Eu puxei meu pingo zaino Botei as garras a capricho, Resolvi dar uma bailada E arrumar um cambicho,

  • Aprumando o Rumo

    Dimas Costa

    Mandei fazer umas botas Russilhonas, sob medida, Quero romper para a vida Com esse garbo arrojado,

  • Apuro no Fandango

    Gonçalves Chaves Calixto

    Peço licença aos senhores P’ra conta um fato engraçado, Que deu-se a tempo passado Numa viagem que eu fiz.

  • aquelas Luzes que perdi no dia

    José Luiz Flores Moró

    I É uma noite medonha... Muito fria, A que transponho solito... Cavalgando, Meio sem rumo, em trevas, procurando

    13ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Aquelas Mãos

    Guilherme Collares

    Feito a raiz que estende ramos, As mãos, nervuradas e duras, Cortadas por veias azuis, Corriam como rios

    19º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • aqueles homens

    Luiz Carlos Pireli

    Loucos... Eram loucos Aqueles homens, ideais nutridos pelo entono de muitos anos, Curtidos pelas fronteiras que iam e vinham

  • Aquerenciada

    Pedro Darci de Oliveira

    Cavalgou por muitas luas... Esta gaita debochada. Fez no pago sua morada Quando aqui calçou garrão.

    II Florada de Versos (Virtual) - Blumenau - SC
  • Aqui

    Eron Vaz Mattos

    O progresso e o tempo novo Mataram os rebanhos, As comparsas de esquila a martelo... O brete, o rodeio e as marcações

  • Aqui estou, Senhor Inverno

    Aureliano de Figueiredo Pinto

    Já sei que chegas, Inverno velho! Já sei que trazes - bárbaro! O frio e as longas chuvas sobre os beirais. Começo a olhar-me, como em espelho,

  • Argumento Final

    Luís Lopes de Souza

    O tempo carrasco me condena... Mas os fogos do delírio não me cingem e os fantasmas do adeus não me assombram...

  • Armorial

    Apparício Silva Rillo

    Eu tenho Salamancas no meu peito e nelas Teiniaguás pardas ou louras. São ibéricas heranças no meu sangue que fluem da estirpe sarraceno-moura.

  • ARMORIAL DE CAMPO E ESTRADA

    Cláudio Silveira

    ...Aos que tem Rumo e Querência - sempre sobram motivos pra voltar!... Pra quem nunca teve norte - pouco importa a direção dos ventos... ...Filosofias de galpão pelas tardes de garoa, De quem nasceu no campo - quando a vivência era a lei maior...

    15ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Arquitetura Ilusória

    José Mauro Ribeiro Nardes e Francisco Carneiro Neto

    No vão das velhas paredes, De um rancho aberto nas pontas, Fui martelando por conta Da arquitetura ilusória;

    IV Colheita de Versos Abdon Batista - SC
  • Arroz de Carreteiro

    Iberê Machado

    Prato simples que sustenta, O arroz de carreteiro É rude manjar campeiro Com sabor tradicional.

  • Arroz de Carreteiro

    Jayme Caetano Braun

    Nobre cardápio crioulo das primitivas jornadas, Nascido nas carreteadas do Rio Grande abarbarado, Por certo nisso inspirado, o xiru velho campeiro Te batizou de "Carreteiro", meu velho arroz com guisado.