Ronda de Tropa
Ubirajara Raffo Constant
Venâncio Arruda noite alta ronda a tropa Que tem por pouso o estirão de um corredor; Seu pensamento anda lá pela distância Repontado pela ânsia de bem pronto regressar;
2.725 poesias no acervo
Ubirajara Raffo Constant
Venâncio Arruda noite alta ronda a tropa Que tem por pouso o estirão de um corredor; Seu pensamento anda lá pela distância Repontado pela ânsia de bem pronto regressar;
João Pantaleão Gonçalves Leite
Amigo Chega p’ra cá Puxe o cepo, te abanca, Descansa essa perna manca Que tanto andou pelo pago,
Marco Póllo Giordani
Trouxe esta flor pra você, De muito longe. A Maria-Mol está florescida - Não repare...está um pouco amassada...
Marco Antônio Dutra
As labaredas do fogo do galpão são espelhos pra minha alma cantadeira... Pois viajam no tempo, entre rendas de nuances rubras que brotam do espinilho em brasa
Apparício Silva Rillo
I — RUMO - Como teria sido? - Quando foi?
Maria Pampin
Nas estórias dos caminhos Encravei marcos tristonhos Pra demonstrar que os meus sonhos Marcaram tempos vitais.
Colmar Pereira Duarte
Com pão e vinho celebrei a vida Com os olhos no céu Trancei meu norte. Com mil cruzes
Juarez Machado de Farias
Uma sala de rancho Encanta os olhos meus... As florzinhas do campo
Moacir D'Ávila Severo
Pala branco encobrindo sesmarias, Espelho claro, pedaço de céu campeiro, Onde o vento, pacholento, assovia Repontando mansas tropas de veleiros.
Carlos Omar Villela Gomes e Mateus Neves da Fontoura
Pulsa um verso dentro da alma Pela artéria da poesia, Onde a vida principia E a folha, em branco, inquieta
Jayme Caetano Braun
Fui sempre assim - no campo aberto, muitos anos, guardando as linhas da fronteira - que empurrava,
Albeni Carmo de Oliveira
Te apeia no mais, patrício, Vens ouvir o meu cantar! Se quiseres, podes ficar Assim como eu fiquei,
Dimas Costa
Senhores, aqui me têm, sou “Prenda” de CTG. Talvez, eu não sei por quê, lhes cause isto surpresa
Nelson Marques Ortácio
Dia destes, ao matear solito, Olhando ao longe nos confins do firmamento, Meu pensamento se perdeu no horizonte, Por alguns instantes,
Maria Pampin
Desse meu tempo de antanho Que se foi como a água da sanga A saudade se arremanga E vai doendo no peito
Lauro Rodrigues
Quando o sol golpeia no horizonte e se vai reclinar por de trás do monte como um boi colorado repontado
Lauro Antônio Corrêa Simões
Um homem e um cavalo olhos no chão, passos vacilantes cruzando ali na sanga, lentamente. Eu não sei qual dos dois traz mais saudade?
Jurema Chaves
Poema enviado por Kamila Souza Laurindo Prenda Juvenil CTG Os Praianos -7° RT – MTG SC – São José)
Glaucus Saraiva
Planchou-se o sol no horizonte. Serena, reza uma fonte num murmúrio sossegado. Há um misticismo de prece
Albeni Carmo de Oliveira
A saudade é uma chinoca Traiçoeira e sem compaixão, Que deixa um índio no chão Quando não leva à loucura.
Mateus Neves da Fontoura
A lembrança arranca a casca Da epiderme do tempo E a carne do sentimento Sangra de novo... e de
Jurema Chaves
Sou gaúcha meus senhores nasci nos pagos do sul tendo este céu azul para me encher de encantos
Lauro Teodoro
são recolhidas dentro de nós, de tudo aquilo que vemos, desde os tempos de nossos avós.
Loresoni Barbosa
No final de um corredor, o derradeiro cerro vigia, sombreia as tardes de inverno, que além de ocas e frias