Alma em Verso
Acervo

Poesias

2.725 poesias no acervo

  • Seu Esmilindro

    Jayme Caetano Braun

    Aquele ali, se esquentando, Que parece estar dormindo, É o velho “seu” Esmilindro Quando lhe falam, responde,

  • Seu Espinho e Flor de Tuna

    Gujo Teixeira

    (uma fábula de amor no campo) Seu espinho era do campo morador da serrania era lanceiro de noite mas era espinho de dia.

  • Sextinas de Noite Adentro

    Moisés Silveira de Menezes

    Estendeu-se o olhar pela lonjura, um pouco mais além do horizonte, onde moram a distância e a saudade. Para onde voa sempre o pensamento,

    VI Esteio da Poesia Gaúcha
  • Sextinas de Noite Insone

    Moisés Silveira de Menezes

    Talvez deva ser tristeza, Uma força tão estranha Que põe estrelas na insônia E a alma quase sem rumo,

    VIII Esteio da Poesia Gaúcha
  • Si Vis Pacem

    Newton Meyer

    No meio dos ventos, cortado de frio, Altivo e gaudério, no passo arredio, Lá vai o Rio Grande de espada na mão! Nas patas do pingo lha passa a querência,

  • Sia Cecilia

    Carmem C Varella

    Siá Cecília não dizia verso, fazia chá. Com flor de macela,

  • Silêncio

    Henrique Fernandes

    A prudência do silêncio guarda o valor da palavra... ...palavra- trança redonda que dá mais fina lonca

    15º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Silêncio de cacimba em alma de rio

    Cristiano Ferreira Pereira

    Triste!... É assim a mirada de teu semblante atual, Estagnado, sem menção maior Que a inquietude que provoca teu silêncio.

  • Silêncio e Luz

    Jayme Caetano Braun

    Silêncio de vento frio, murmúrios de pasto e lua, a estrela grande chirua tem fogonear de pavio;

  • Silêncios de Barro e Pedra

    Caine Teixeira Garcia

    Nestes silêncios de barro e pedra Pelos "adentros" de mim, padeço... Há na incerteza, que vinga e medra lalvez a herança do que mereço!

    II Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Silêncios de Um Fim de Tarde

    Guilherme Collares

    beijam a poeira da estrada que tanto boi já pisou... Um pensamento atropela... ... campeando rastros de um tempo

  • Simbolismo da Pátria

    Cândido Brasil

    Clareia o dia e um galo canta austero, um quero-quero alça vôo em saudação e o gaúcho que saltou com a boeira, se encontra à beira do velho fogo-de-chão.

  • Simbologia Gaúcha

    Moisés Silveira de Menezes

    Hino, Bandeira, Brasão a trindade principal Sob o céu da pampa grande Simbolismo imemorial.

  • Simplesmente... Gaúcho

    Cristiano Ferreira Pereira

    Mal fresteias um vistaço a tua volta, nesse ranchito humilde que te acolheu no mundo, para buscar saber onde estás

    10º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Simplicidade

    Jurema Chaves

    Homem simples, da campanha, É pra ti meu vercejar, Neste singelo cantar Que aprendi desde cedo

  • Sina Tropeira

    Luciano Salerno

    “Era boi... toca, toca... ...Olha a estrada boi...”

  • Sinchaço

    Henrique Fernandes

    Brandia o vento no campo salmodiando um canto triste num preludio de saudade... A capa emaladita

    26ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Sinha Rita

    Ubirajara Raffo Constant

    Foi na festa do casório Da filha da Joana Mansa Quando eu olhava pras dança Que conheci sinhá Rita;

  • Sinos dos Sete Povos

    José João Sampaio

    Quando me acho solito orelhando as madrugadas Vejo a ampulheta do tempo da força do capi’i E ouço os ventos silvarem nos peraus e nas quebradas Trazendo as vozes dos sinos do Império Guarani.

  • Sinto Falta

    Pedro Vitor da Rosa Alves

    Eu sinto falta, quando menor, Só pensava em brincar Onde comer terra era normal E todo mundo era amigo…

  • Sinuelo

    Cyro Gavião

    (Homenagem ao 1º Congresso dos Poetas Crioulos) Da invernada crioula do meu peito, Eu trago repontada, assim, com jeito,

  • Sinuelo de sonhos

    Maria Pampin

    Sou prenda inda jovem, sei, Mas tenho conhecimento De aprender o que é de lei, Pra sofrenar sentimento.