Canção do Pago
Jurema Chaves
É a terra cantando a embalar o pampa a minha linda estampa de um céu multicores
2.725 poesias no acervo
Jurema Chaves
É a terra cantando a embalar o pampa a minha linda estampa de um céu multicores
Maria Luiza César
Vim da terra mais gaúcha Onde canta o sabiá Um recanto bem campeiro Pago flor de hospitaleiro
Nitheroy Ribeiro
Quantas recordações tu me trazes a lembrança, das vezes que em tí montado em meus brinquedos de criança
Osiris Rodríguez Castillos
Me llaman el “radomante” pues Dios quiso que surgieran donde quiera que yo pase manantiales de agua fresca.
Apparício Silva Rillo
és a chinoca ruiva mais acesa que jamais gauderiou pela campanha. Para encontrar-te basta bater à porta de um bolicho,
Luciano Salerno
Desperta a aurora do dia, vejo o sol sobre rio a brilhar, Com as mãos, desenho horizontes e nuvens aquareladas, Pintando mosaicos telúricos, com o amor a transbordar, Guardo doces lembranças, uma pura herança encantada.
Pedro Darci de Oliveira
Meu senhor dono da casa ... A dalva desperta o dia Que adormeceu na lagoa. Os seus olhos preguiçosos
Júlio César Paim
Chegam... Trazendo nos braços Muitas dúzias de cansaço. Roupas sujas encardidas
Vinícius Antônio Machado Nardi
Singular. Que tu eras assim, Até mesmo as quinas de tua alma Sabiam.
Adriano Medeiros
Bem ali junto das pedras das aguadas cresceu e se criou cada dia mais forte. Com uma formação de lei muito antiga Onde era possível ver sua genealogia.
Luís Lopes de Souza
Gaúcho...! Um baita Gaúcho!! Patrício miscigenado que na inquietude do tempo reza glórias e ressábios.
Apparício Silva Rillo
Parei rodeio no Tempo... ...e as cordeonas, os botões graves e as primas, o rechinar das carretas,
Luís César Soares
O minuano matreiro timbra os ares com assobios compassados... De carancho, adentra os ranchos nessas invernias xucras,
Joseti Gomes
“Ora et labora” O corpo e suas marcas de vida inteira. Tronco morto plantado em terra viva,
Moisés Silveira de Menezes
Meu Irmão de Rimas livres permisso pede o cantor para opinando saudar terra dos ancestrais
Ari Pinheiro
O tempo estava quieto lá fora... O véu sebruno da noite estendera um tapete de luto no pago...
Apparício Silva Rillo
Os avós eram de carne e osso. Tomavam mate, comiam carne com farinha, campereavam. Sopravam a chama dos lampiões, dormiam cedo.
Lauro Teodoro
Existe dentro de nós uma brasa acesa, queimando os costumes de outrora.
Jurema Chaves
Minha terra e um poema Que tem de mais puro e belo Meu pampa verde-amarelo Berço da raça caudilha
Jurema Chaves
Cantando a terra que amo me sinto muito feliz para meu pago crioulo mil versos de amor eu fiz
Apparício Silva Rillo
I Não vou cantar teu vulto de legenda perdido no impreciso dos tempos e das lendas. Nas entrelinhas da história se retraça
Jurema Chaves
Terra que canto e que amo, Terra linda onde derramo Todas minhas emoções Pra falar às multidões
Antônio Augusto Fagundes
Tudo que eu quis desta vida foi ser um dos teus poetas para cantar-te, Alegrete.
Fernando Araújo
O vento soprava forte pelas frestas do galpão. Ao pé do fogo-de-chão