A Lágrima
Caine Teixeira Garcia
Eu sou o sal da partida E o doce do reencontro, Garoa que molha o verde Pra jujar um mate novo.
IV Colheita de Versos Abdon Batista - SC2.626 poesias no acervo
Caine Teixeira Garcia
Eu sou o sal da partida E o doce do reencontro, Garoa que molha o verde Pra jujar um mate novo.
IV Colheita de Versos Abdon Batista - SCPaulo Ricardo Costa
É a dor que vem da alma, Em gotas de água e sal... Que escorre pelo fio das pupilas, E se derrama como um rio,
Colmar Pereira Duarte
Conto como me contaram, Vendo assim como comprei. Aqui vai tudo o que sei - misto de lenda e de historia -
Paulo de Freitas Mendonça
Inverno finda e renasce a flor na ponta do arbusto. A matriz impõe um custo que faz nascer o impasse.
José Luiz dos Santos
A história tem sua lenda, toda lenda seu mistério; relatar é um critério, a gosto da maioria.
VIII Tertúlia Maçônica da Poesia CrioulaSebastião Teixeira Corrêa
I Da vida e da morte de Chica Pelega, Existem histórias, por causos e lendas, Francisca Roberta, Pelega na alcunha,
José Machado Leal
Parecia um quadro antigo. Na cabeça, fios de prata, nos olhos os desenganos que sem querer foi sofrendo.
Dimas Costa
Quando a terra ficou grávida para parir o homem, enfeitou todo o seu corpo com campos, matas e flores;
Jurema Chaves
Chegara não sei de onde vinha num potro cansado de tanto buscar distâncias. Pilchas surradas de tempos
II Festival Querência Amada - RolanteAdão Quevedo
Dizem que é mal-assombrado aquele capão de mato, pois ali, Chico Mulato, um gaiteiro afamado,
IV Colheita de Versos Abdon Batista - SCDimas Costa
Das raças que se fundiram Criando a nossa feitura, Eu tenho a fibra e o sangue Que me faz ser uma Prenda
Ari Pinheiro
Há nesses fundos de campo cenas que evocam mistérios, não sei que estranhos critérios a natureza define,
Dimas Costa
Pequeno, muito pequeno, recém ensaiando os passos, mas já trazendo nos traços fibra da xucra herança
Manuela Cornely
Eu fui buscar um lugar Longe das minhas terras Para ser meu lar. E lá vivi anos, histórias frias e vazias criei.
I Festival Virtual Albeni do CarmoFrancisco Carneiro Neto e José Mauro Ribeiro Nardes
Morfeu embala o sono, Dos que dormem nos galpões, Não pintou o arrebol, Paira um breu sobre os rincões.
I Esteio da Poesia GaúchaHenrique Fernandes
Encarcerei a palavra Intimizando os lamentos Que em meu peito se acomodam. Busquei na face da Cruz
Lauro Teodoro
A mesma mão que semeava Forjou um progresso de mágoas, lavrou o verde dos campos Degradou a pureza das águas.
Cláudio Silveira
...Moldada e perfilada... Conforme um dia Seu dono mandou fazer...
Moisés Silveira de Menezes
Se é pra falar de araganos cavalos e homens gaúchos Pedro era o nome, recordo pedra Pedro, inquebrantável
Cristiano Ferreira Pereira
Tropeiro das noites curtas... na ronda das tropas grandes. Orelhano...
Paulo de Freitas Mendonça
As margens do Aqueronte nunca foram irmãs gêmeas porque também somos únicos na multidão ante o todo. Possuem ancoradouros que só Caronte os conhece... A margem que ninguém busca, mas que todos vão chegar
Adão Pedro Bernardes
Vivi a tão pouco tempo A primeira dentição E quase sem me dar conta Fiquei com um dente na mão.
Poemas Para a Infância - 10º Celeiro da PoesiaJosé Luiz Flores Moró
O sonho galopava a juventude Por um tapete verde-musgo iluminado Quando a noite anoitecia as suas cortinas Para outra cena de contos e quimeras...
Adão Quevedo
Minha vó é uma criança, nunca vi mais debochada, suspira, dorme sentada... Quando a cadeira balança